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Por onde começar...

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1 Por onde começar... em Sab Fev 23, 2013 3:46 am

Nick/nome do autor(a):DanielCLL
Número de capítulos: Indeterminado
Terminada: Em Andamanto
Gênero:yaoi,romance
Nota:Me desculpem pelos meus erros e.t.c,é que ainda sou iniciante e esse foi o meu primeiro post
espero que gostem só fiz o primeiro capitulo por enquanto...

POR ONDE COMEÇAR


Por onde começar... Há já sei, meu nome é Daniel um nome normal... Ao menos eu acho, continuando, minhas amigas me chamam de Dani, bonitinho, fofinho... Bem mais isso não em porta, aliás, fui obrigado a aceitar esses apelidos mais como já disse não me importo.

Tenho 16 anos sou muito tímido e muito inseguro como a maioria dos adolescentes, da minha idade mais meninas no caso, mais no meu caso infelizmente a coisa é pior porque, além disso, também tenho dificuldades em fazer amigos... E minha mãe sabe disso e muito bem, mesmo assim obriga eu,e o nosso cachorro dog há se mudar com ela, eu sei eu sei dar um nome de um cachorro de dog, cujo qual todo mundo sabe que em inglês é cachorro, não parece ser muito inteligente mais não foi minha culpa, pois quem deu esse nome ao cachorro foi minha mãe, em homenagem ao seu velho cachorro de infância...

Minha mãe é uma brincalhona e apesar de adulta é muito criança, ela se chama Jane mais costumo a chamar de mãe mesmo.Ela pode até parecer forte por fora mais é muito fraca por dentro,ela perdeu força e coragem quando meu pai morreu,ficou dias chorando comigo mais eu me recuperei mais rápido do que ela, é como dizem mulheres demoram um pouco mais de tempo para desabafar. Depois de tudo isso ela resolveu deixar o passado para trás
comigo se mudando de nossa antiga e velha casa para morar com o seu novo marido em um lugar onde nem eu sei Bem onde fica, ele é um cara bom bem bonitão e simpático e acho que também seja muito corajoso para casar com uma mulher que na maioria das vezes só se atrapalha e faz besteiras.

-O carro dele chegou-. gritei eu para minha mãe,que se atrasou como sempre,corri rapidamente em direção a porta com minhas malas na mão,não eram muita coisa afinal só estava
levando livros,minhas roupas,sapatos e o necessário.Chegando na porta desci os degraus da pequena escada que ficava na porta da minha casa e levantei minha cabeça com um gesto meio tímido e nervoso para Claus o novo marido de minha mãe e disse,-oi claus...minha mãe já está descendo...eu acho-,ele me deu um oi com suas mãos grandes e correu em direção há nossa casa,eu olhei ele entrar há procura de minha mãe que já estava bem atrasada,olhei para meu pulso e lentamente peguei o meu relógio.Que por incrível que parece-se era do Mickey,eu tinha noção do quanto ridículo era mais só usava como lembrança ao meu querido pai que havia me dado ele de aniversário quando tinha apenas 5 anos...

Eu arrastei minhas malas e com força coloquei dentro do carro, sentei no meio dele e fiquei esperando a chegada de Claus e minha mãe, e enquanto eles não chegavam fiquei imaginando como seria nesse novo lugar, e fiquei com um pouco de medo.Peguei meu celular e comecei a escutar minhas músicas favoritas,quando em forma de gestos uma garota bonita de cabelos loiros e bem longos tenta chamar minha atenção,eu olho meio sem acreditar e me lembro desse rosto, é Mariana a minha amiga de infância tentando se despedir mais uma vez de mim.

Abri o vidro do carro e falei com uma voz quase de choro. –Mariana... Na mesma hora Claus e minha mãe chegaram, Claus estava muito apresado então rapidamente entrou no carro e acelerou,fiquei meio sem graça comigo mesmo e na mesma hora em quanto o carro se movia rápido levantei minha mão dando adeus a Mariana.Aproveitei e usei meus dedos que estavam mais quentes que o vidro legado do carro e fiz um coração para ela, ela me olhou com um gesto muito triste e quando menos percebo caí uma gota de algo molhado e um pouco quente, eu toco em meus olhos e vejo que a gota de lágrima era minha...

Fiquei meio assustado, pois não sou de chorar muito, olhei em minha volta e só via paisagens de florestas e algumas casas , e quando menos percebo acabo dormindo no carro.

Acordei meio sonso e um pouco tonto mais isso é normal para mim, eu olhei em volta e ainda estávamos no carro, como não tinha absolutamente nada para fazer peguei meu celular e comecei a jogar um aplicativo que havia nele, estava na segunda fase quando algo me distraiu ,era minha mãe que estava com o vestido florido preso na porta do carro sem nem mesmo perceber, olhei para ela com os olhos quase revirados e disse, - mãe seu vestido prendeu na porta -, ela olhou pra mim e riu e olhando pra mim com seus olhos castanhos claros quase cheios de lágrimas, -Dani meu filho o que eu seria sem você-,eu olhei e sorri rindo para ela,e disse com um sorrido brincalhão,-você seria uma velhinha atrapalhada-,claus começou a rir e ela com o rosto surpreso fala,-não sou velha e pare com isso-,eu olhei para ela e me calei rindo,e voltei ao meu joguinho meio idiota,peguei meus pequenos fones de cor branca com alguns detalhes cinzas e coloquei de volta em meus ouvidos.

Estava com os fones no ouvido escutando minhas músicas quando me lembrei que não sabia para onde eu estava indo, me enclinei um pouco e aconcheguei e falei,-mãe para onde estamos indo mesmo? Eu me esqueci-, ela olhou para mim e disse... -estamos indo para uma pequena cidade chamada portngelis uma cidade em que chove e é muito, muito frio, isso por que portngelis e vizinha de outro lugar chamado Fox, a mesma cidade onde se passa o meu livro preferido, crepúsculo... Eu sei é meio ridículo e muito fictício, pois não acredito em vampiros com poderes ou coisas do tipo, sem falar que se a existência deles fosse real,o governo já estaria fazendo providencias sérias contra isso.

-Nossa-, falei eu espantado com a ‘pequena cidade’... Ela não é bem uma cidade pequena, me parece bem grande mais bem fria também, fiquei me perguntando como as pessoas conseguiam viver em um lugar tão frio como esse, mais tudo bem para mim,acho que posso me acostumar afinal nunca gostei de lugares grandes com muito sol,sou mais do tipo lugares pequenos com poucas pessoas... Não sei por que mais me sinto melhor e mais seguro em lugares como esses, longe de assassinos, ladrões e psicopatas que são muito comuns em cidades grandes.

Olhei para Jane e ela me parecia feliz, olhei para ela e Claus e pensei... Que talvez eles possam dar certo, seria bom ter uma família completa de novo,e bom para ela também tirar um pouco da cabeça a morte do papai,e o que estava bom pra ela certamente para mim estava perfeito.

-Chegamos em casa-,Gritou Claus apontando em direção a uma imensa casa realmente linda,fiquei por trinta segundos apreciando ela,até que minha mãe me chacoalha e fala,-Tudo bem com você filho?-,eu olhei para ela com um sorriso simples e falei,-Tudo sim mãe-, ela segurou minha mão com firmeza e me levou junto a ela em direção a nossa nova casa.Chegando lá olhei em a minha volta e era tudo tão bonito e ao mesmo tempo simples,totalmente diferente da nossa antiga e um pouco velha casa,depois de passar um bom tempo olhando e procurando o meu quarto acabei achando com a ajuda de Claus que pela décima vez insiste que eu o chame de pai,mais acho que ainda não estou pronto para abrir essas palavras para outra pessoa.

Depois de um tempo desfazendo as malas e arrumando tudo em um quarto grande e bonito que agora poderia chamar de meu novo quarto,desci os degraus das escadas e fui comer,Claus e minha mãe pareciam extremamente felizes um com o outro,minha mãe estava com um sorrido bonito e profundo uma coisa que nunca achava que iria ver de novo em seu rosto.Depois que acabamos de comer fui lavar minhas mãos e tomar um bom banho e escovar meus dentes,estava bem cansado e depois de tudo isso que aconteceu em um dia vesti uma capa grande e um pijama meu que já tinha,coloquei um par de meias e me embrulhei nas cobertas e comecei a dormir.

No meio da noite estava mais frio do que estava antes tive que me enrolar em quatro cobertores grandes, olhava para um lado e depois para outro de tanto frio que eu estava.

Depois de um tempo acabei dormindo profundamente sonhando em como seria o meu primeiro dia de aula amanhã...se conseguiria fazer novos amigos,em como seria meu novo professor de física se séria melhor ou pior do que o meu antigo...- que será que vai acontecer amanhã-... eu me perguntava.
[b]

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